Prezados leitores,
Comunicamos que no mês de janeiro não teremos a Santa Missa na capela da Academia da Polícia Militar. Portanto, não teremos a Missa Tridentina terça-feira.
As Missas do domingo continuam normais, graças a Deus.
Prezados leitores,
Comunicamos que no mês de janeiro não teremos a Santa Missa na capela da Academia da Polícia Militar. Portanto, não teremos a Missa Tridentina terça-feira.
As Missas do domingo continuam normais, graças a Deus.
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Segue mensagem do Cardeal Malcolm Ranjith para a Confederação Una Voce – entidade internacional para a divulgação do rito antigo – sobre a Missa Tridentina e o momento atual. É mais que necessário defendermos, divulgarmos e, especialmente, amarmos a verdadeira Liturgia Católica.
Primeiramente, quero expressar meu agradecimento a todos vocês pelo zelo e entusiasmo com que promovem a causa da restauração das verdadeiras tradições da Igreja.
Como vocês sabem, é a adoração que aumenta a fé e sua realização heroica na vida. É o meio pelo qual os seres humanos se elevam ao nível do transcendente e eterno: o lugar de um encontro profundo entre Deus e o homem.
Por esta razão, a liturgia nunca pode ser criada pelo homem. Porque se adoramos da maneira que queremos e estabelecemos as normas nós mesmos, então corremos o risco de recriar o bezerro de ouro de Aarão. Temos que insistir constantemente na adoração como a participação naquilo que Deus mesmo faz, pois, do contrário, corremos o risco de nos envolvermos na idolatria. O simbolismo litúrgico nos ajuda a nos elevarmos por cima do que é humano ao que é divino. Neste sentido, é minha firme convicção de que o Vetus Ordo, para o encontro com Deus na liturgia, representa plenamente a maneira mais satisfatória, que chamam mística e transcendente.Portanto, é chegado o momento para nós de não só renovar a nova liturgia através de câmbios radicais, senão também estimular mais e mais a volta doVetus Ordo, como um caminho para uma verdadeira renovação da Igreja, que foi o que os padres sentados no Concílio Vaticano II tanto desejaram.
A leitura cuidadosa da Constituição sobre a Sagrada Liturgia, Sacrosanctum Conciliummostra que as alterações introduzidas na liturgia mais tarde, nunca estiveram na mente dos padres do Concílio.
Assim, é chegado o momento para que sejamos valentes em trabalhar por uma verdadeira reforma da reforma e também para um retorno da verdadeira liturgia da Igreja, que se desenvolveu ao longo de sua história bimilenar em um fluxo contínuo. Desejo e rezo para que se suceda. Que Deus abençoe seus esforços com o êxito.
O documento original:
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Amanhã teremos a Missa no Colégio Monte Calvário, no horário de sempre, 9:30h. Além disso, teremos a santa Missa no rito tridentino em Contagem, seguem as informações:
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Informamos que toda terça-feira, às 19:30, haverá a Missa Tridentina. Alertamos, contudo, que o local é outro. A Missa será rezada na Capela de Nossa Senhora da Sabedoria, localizada na Academia da Polícia Militar, na rua Diabase, Bairro Prado.
Segue o mapa
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Informamos que haverá a Santa Missa de Finados neste quarta-feira, às 9:30, no Colégio Monte Calvário. Aproveitamos para registrar algumas explicações sobre tão importante data.
É antiqüíssima a instituição de orações em sufrágio dos mortos. Muitos séculos antes de São Odilão, abade de Cluny, ter estabelecido uma festa especial de comemoração dos que morreram, no dia 2 de novembro (em 998), já diversas Igrejas particulares tinham solenidades desse gênero, e o pedir pelos mortos, com orações especiais, remonta às origens da Igreja. Algumas partes da Missa de Defuntos são muito anteriores ao século X. O privilégio que antes tinham os sacerdotes de Portugal e Espanha de celebrar, no dia 2 de novembro, três missas, estendeu-o a todo o mundo o Papa Bento XV, por ocasião da Grande Guerra (1914-1918).
Todos os mortos hão de ressuscitar, diz São Paulo (Epistóla); e por isso devemo-nos encher de esperança, porque nos havemos de ver todos no Senhor. O dia último, o terrível dia do Juízo, não deve aterrorizar senão os maus, que serão separados dos bons (Seqüência), que, esses, conduzidos por São Miguel, o chefe das milícias celestes, serão introduzidos no Céu (Ofertório), onde irão ocupar o lugar dos anjos caídos. É com este pensamento que devemos neste dia assistir ao Santo Sacrifício da Missa, no qual a Igreja suplica ao Senhor que conceda aos mortos, que por si mesmos já não podem alcançar o perdão dos seus pecados (Oração), o eterno repouso (intróito); e vamos visitar os seus restos mortais, que jazem nos cemitérios, até ao dia em que “dos Céus, diz São Paulo, virá o Salvador, Nosso Senhor Jesus Cristo, e transformará os nossos corpos, tornando-os semelhantes ao seu corpo glorioso” (Epístola).
As duas ressurreições operadas por Jesus são figura da nossa ressurreição futura.
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Missa Tridentina
Onde? Contagem/MG.
Qual Igreja? São Geraldo.
Fica onde? Rua Cruzeiro do Sul, nº. 410, bairro Novo Progresso, esquina com Rua Balneário.
Qual horário? As 10 da manhã.
Quem será o padre? Padre Jair Gonçalves Filho
Haverá confissão antes da missa? Sim, as 09:00.
E se eu for de ônibus… Deve pegar o 2110 na Avenida Paraná (esquina de Carijós e Tupinambás) no Centro de Belo Horizonte ou 2150 na Avenida Augusto de Lima, próximo ao Mercado Central.
E desço onde? No útimo ponto da Rua Cruzeiro do Sul.
Com quem posso manter contato para maiores informações? Com o Rafael Horta no telefone 9991-1622.
Tem mapa? Sim, clique aqui.
Tem site? Blog. Clique aqui
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Temos a alegria de informar que neste Domingo dia 30 de outubro, festa de Cristo Rei, haverá a Santa Missa Tridentina na cidade de Ewbank da Câmara. A Missa será rezada pelo Padre Elílio Matos Júnior, que muitas vezes rezou a Santa Missa em Belo Horizonte e também a reza em Juiz de Fora.
Local: Matriz do Município de Ewbank da Câmara, Praça São Cristóvão,13
Horário: 18:30
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Essas “preces eucarísticas” da missa nova, oficialmente em número de quatro, mas que já são muito mais, correspondem ao único “Cânon” da Missa tradicional. É a parte central e sacrifical da Missa, e que fica entre o “Sanctus” e o “Pater Noster”. É exclusiva do celebrante que deve pronunciá-la em latim e em voz baixa (Concílio de Trento). Nela tem lugar a grande “Ação sacrifical de Jesus Cristo”, que Ele renova na Consagração. É através dela que Cristo se torna presente realmente, e se coloca sob as Espécies Sacramentais em estado de Vítima imolada. Aí renova Ele a oblação sacrifical que fez de si mesmo ao Pai na Cruz. E isso, em virtude da Ordem (Sacramento do sacerdócio) que deu aos Apóstolos de fazerem o mesmo que ele tinha feito (Lc. 22,19).
É o seu ato sacrifical, que é único e uno, e que foi realizado uma vez por todas, cruentamente na Cruz e misticamente, na última Ceia. E que, por sua ordem, de novo se torna presente, de modo místico, mas real, em cada verdadeira Missa. Assim, deu Jesus cumprimento à profecia de Malaquias: “Do nascente ao poente (…) e em todo lugar, será oferecido ao meu nome uma oblação pura” (Mal. 1,11).
A Santa Missa abrange ou realiza os quatro fins do Sacrifício: o latrêutico ou de adoração; o eucarístico ou de ação de graças; opropiciatório ou de expiação; e o impetratório ou de súplica. O fiel, unindo-se por esses atos a Jesus Cristo, que, na Missa como na Cruz, é ao mesmo tempo, Sacerdote e Vítima, participa dos frutos da Redenção e cumpre os seus deveres fundamentais para com Deus. Desses frutos também participam todos os fiéis espalhados pelo mundo.
O caráter sacrifical da Missa católica é indicado por vários modos:
a) Por ser a renovação e perpetuação, de modo incruento, do Sacrifício da Cruz, o qual, por sua vez, deu cumprimento aos sacrifícios figurativos do Antigo Testamento. Jesus Cristo unificou, na Cruz e na Ceia-Missa, os vários aspectos dos sacrifícios figurativos da Antiga Aliança indicados acima (nº 4 deste).
b) Pelas palavras de sentido sacrifical da liturgia dos sacrifícios figurativos do Antigo Testamento, das quais Jesus fez uso na última Ceia:“Isto é o meu Corpo que é entregue por vós”, e “Este é o Cálice de meu Sangue que é derramado por vós”. Note-se o verbo no tempo presente (texto original), indicando um derramar de seu Sangue no próprio ato consecratório.
c) Pela realização da “morte sacramental” de Jesus significada através da Consagração das espécies do pão e do vinho, em separado. A separação sacramental do Corpo e do Sangue significa e realiza misticamente a morte de Jesus Cristo.
d) Pelo ofertório, com as preces que o acompanham, e que indicam explicitamente que a Santa Missa é sacrifício, e sacrifício propiciatório, isto é, que desagrava a Deus pelos pecados, para os quais impetra o perdão. De fato, nele o celebrante declara que o oferece “… por seus pecados…, pelos de todos os fiéis vivos e defuntos… para que a todos aproveite a vida eterna”.
e) Por fim, a Fé da Igreja que sempre professou essa verdade e no Concílio de Trento sentenciou infalivelmente contra os protestantes: “Se alguém disse que a Missa é só Sacrifício de louvor, e não propiciatório (…) seja anátema (Denz. Sch. 1753).
“Sacrifício de louvor” era o que ainda admitia Lutero. Não basta, porém, isso para termos toda a “teologia do sacrifício”, que é necessário admitir-se completa e que a Confissão protestante de Augsburgo declara “ter sido pulverizada pelas novas preces eucarísticas” da missa nova.
Por isso, a primeira medida de Lutero contra o caráter sacrifical da Missa, foi a supressão do ofertório, que mais explicitamente o expressa. Depois fez as outras mudanças. Foi igualmente o que fez Paulo VI na nova missa, transformando o ofertório em uma simples apresentação de dons conforme prática judaica na suas sinagogas.
Em seguida, Lutero alterou as palavras da instituição, fazendo da parte consecratória e da narrativa, que são bem distintas, uma só, e mandando pronunciar tudo em tom narrativo e em voz alta. Tudo para suprimir qualquer idéia de ação pessoal do celebrante e pois, toda a idéia de sacrifício; e assim inculcar nos assistentes a idéia protestante de simples ceia-memorial.
Também a reforma de Paulo VI, do rito da Missa, alterou a forma da Consagração, transpondo para fora dela as palavras “Mysterium fidei”, e suprimindo o ponto gráfico que separava bem a parte narrativa, da parte consecratória, de modo que o celebrante é levado a pronunciar tudo em tom narrativo como quem apenas conta um fato acontecido no passado, e não como quem faz uma ação pessoal, que torna de novo presente a mesma realidade operada por Jesus Cristo, e por Ele ordenada que fosse renovada perpetuamente mediante o ministério do sacerdote (Lc. 22,19).
Vê-se pois, por essa pequena amostra – e há muitos outros pontos nos quais a missa nova não é mais a pura expressão da Fé Católica – como é de suma importância a nossa fé nesse aspecto da Missa como sacrifício. Aí está a prova. Os protestantes tomam ares de festa com a sua supressão, através da Missa nova.
No entanto, não ficou nisso toda a reforma luterana do rito da Missa, mas tendo por objetivo suprimir a própria Missa, partiu Lutero para a supressão do sacerdócio católico, que fora instituído por Jesus Cristo, para garantir a perpetuidade do santo Sacrifício da Missa. Pois ele sabia bem que sem sacerdote verdadeiro não há missa verdadeira, mas simples ceia-comemorativa da última Ceia celebrada por Cristo.
Por isso, seguindo esse mesmo espírito, a atual reforma do rito da Missa, feita por Paulo VI, apresenta uma clara tendência a prescindir do padre como único sacrificador da Divina Vítima no sacrifício do Altar. De fato, a “Institutio generalis”, que promulga o novo rito, ao dar uma definição de Missa, que os protestantes assinariam, apresenta a Missa como sendo constituída essencialmente pela “assembléia dos fiéis reunidos para celebrar o memorial do Senhor, sob a presidência do celebrante”.
Note-se que foi acrescentada posteriormente a afirmação de que o celebrante “agit in persona Christi” (age no lugar de Cristo e como seu representante), [mas esta] não alterou a afirmação de que quem celebra o “memorial do Senhor é a assembléia dos fiéis” (cf. Institutio Generalis, nº 7), e não o sacerdote, sozinho.
Preparou-se assim, a negação explícita da própria presença sacramental e real de Jesus Cristo na Divina Eucaristia, como atualmente os neo-modernistas mas avançados estão fazendo. Os neo-catecumenais, por exemplo, que proíbem os fiéis de se ajoelharem na Consagração, porque – dizem – tudo não passa de simples símbolos. Eis aí a prova de que a Nova Missa leva gradualmente ao protestantismo.
É o bastante para já se entender porque os Cardeais Ottaviani e Bacci, em carta a Paulo VI, ao lhe apresentarem o “Breve Estudo Crítico da nova missa”, tenham afirmado: “O novo rito da Missa se distancia de modo impressionante, no seu todo e nos seus pontos particulares, da teologia católica da Missa”.
Também ultimamente, o Cardeal Stickler declarou que “o novo rito da Missa é uma adaptação à idéia protestante do culto”. Ele cita também o escritor francês Jean Guitton que escreveu o seguinte: “O Papa Paulo VI me confiou que era sua intenção assemelhar, o mais possível, a nova liturgia ao culto protestante” (em “Fideliter”, nº 109). Isso confirma o que já havia dito o perito em Liturgia, Mons. Klaus Gamber: “A reforma litúrgica de Paulo VI foi mais radical que a de Lutero” (Em “A Reforma Litúrgica em questão” – Ed. Francesa, com prefácio do Cardeal Ratzinger).
Fonte: Jornal Sim Sim, Não Não. No. 099 – Julho de 2001
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Em entrevista concedida à agência ACI Prensa, o Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos no Vaticano, Cardeal Antonio Cañizares Llovera, assinalou que é recomendável que os católicos comunguem na boca e de joelhos. Assim indicou o Cardeal espanhol que serve na Santa Sé como máximo responsável, depois do Papa, pela liturgia e os sacramentos na Igreja Católica, ao responder se considerava recomendável que os fiéis comunguem ou não na mão.
A resposta do Cardeal foi breve e singela: “é recomendável que os fiéis comunguem na boca e de joelhos”.
Do mesmo modo, ao responder à pergunta da ACI Prensa sobre o costume promovido pelo Papa Bento XVI de fazer que os fiéis que recebam dele a Eucaristia o façam na boca e de joelhos, o Cardeal Cañizares disse que isso se deve “ao sentido que deve ter a comunhão, que é de adoração, de reconhecimento de Deus”.
“Trata-se simplesmente de saber que estamos diante de Deus mesmo e que Ele veio a nós e que nós não o merecemos”, afirmou.
O Cardeal disse também que comungar desta forma “é o sinal de adoração que necessitamos recuperar. Eu acredito que seja necessário para toda a Igreja que a comunhão se faça de joelhos”.
“De fato –acrescentou– se se comunga de pé, é preciso fazer genuflexão, ou fazer uma inclinação profunda, coisa que não se faz”.
O Prefeito vaticano disse ademais que “se trivializarmos a comunhão, trivializamos tudo, e não podemos perder um momento tão importante como é o de comungar, como é o de reconhecer a presença real de Cristo ali presente, do Deus que é amor dos amores como cantamos em uma canção espanhola”.
Ao ser consultado pela ACI Prensa sobre os abusos litúrgicos em que incorrem alguns atualmente, o Cardeal disse que é necessário “corrigi-los, sobre tudo mediante uma boa formação: formação dos seminaristas, formação dos sacerdotes, formação dos catequistas, formação de todos os fiéis cristãos”.
Esta formação, explicou, deve fazer que “celebre-se bem, para que se celebre conforme às exigências e dignidade da celebração, conforme às normas da Igreja, que é a única maneira que temos de celebrar autenticamente a Eucaristia”.
Finalmente o Cardeal Cañizares disse à agência ACI Prensa que nesta tarefa de formação para celebrar bem a liturgia e corrigir os abusos, “os bispos têm uma responsabilidade muito particular, e não podemos deixar de cumpri-la, porque tudo o que façamos para que a Eucaristia se celebre bem será fazer que na Eucaristia se participe bem”.
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